A pureza da rima, dois quartetos e dois tercetos,
do esgrimista a habilidade formam ternos sonetos,
rasgando nos sensíveis o âmago da emoção,
formando, sim, devaneios no recôndito coração
Caem lágrimas deveras se calar nalma a poesia
Grossos pingos que são o emanar da alegria
É que chorar nem sempre se origina da tristeza
Nãos se emocionam muitos com da rima a beleza?
Nobre arte é o soneto na pena dos beletristas
Só lembra berço de ouro a imaginação dos artistas
O poeta é jazida de sentimento e harmonia
Realça com os sonetos a candura e as grandezas,
o medo, o amor, a morte, o Universo em vista,
enfim, o tudo que tudo é, incluindo a fantasia
Fotos:
Carme R.,
Haceme
*Gilbamar Bezerra é advogado, escritor, poeta e mantém o blog
Poesias e Crônicas, onde pode-se encontrar um pouco de seus escritos.